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Peixes de mar

Texto de : Omar Filho

AGULHA

Peixe de superfície, ocorre em todo o litoral brasileiro, formando grandes cardumes. Possui tamanho entre 30 e 50cm. Sua carne não é muito apreciada, mas proporciona boas iscas. Pode ser pescada com material leve e iscas do local ou então convencionais, da meia água para a tona. A espécie maior, chamada de agulhão mede cerca de 70cm pode ser pescada com material mais forte.

ARRAIAS

Habitam águas tropicais de pouca e média profundidade, alimentando-se de peixes "bentônicos" (de fundo), moluscos e crustáceos. Podem atingir até 3 metros de comprimento e 2,5 de diãmetro chegando a pesar até 400kg, a exemplo das arraias jamantas. Por sinal estas são muito dóceis permitindo a aproximação e alimentação das mesmas, não oferecem nenhum risco ao ser humano. Já outras espécies como a raia manteiga, raia da pedra... são dotadas de um podereso ferrão venenoso na cauda cuja espetada causa à vítima imensas dores, febre, inchaço e paralisia do local atingido, algumas vezes pode ser fatal (já constatei a morte de um pai de amigo por ferroada em uma pesca submarina, quando a raia ferrou o coitado e o arrastou até acabar o ar comprimido, ocasionando sua morte). Pode ser pescada com equipamento barra-pesada e iscas tais como camarão,peixes,cavalinha,parati,etc.

BAGRE-BANDEIRA

Habita toda costa brasileira, sendo mais comum no Sul e Sudeste do país. Atinge cerca de 60cm pesando entre 1-2kg. Ao contrário dos outros bagres, frequenta mar aberto com fundo de areia, ocorrendo normalmente nas praias. Seus parentes menores, são detestados pelos pescadores por serem bons ladrões de iscas, possuindo ocorrência quase certa em dias frios, ventos fortes e água suja. Pesca com material leve-médio, iscas de camarão ou outras quaiquer.

BAGRE-CABEÇUDO

Taamanho comum: 50cm, podendo atingir até 1,5m e pesar até 30kg. Gosta de fundos de lodo e entra pelos canais e baías, mas também pega nas praias. Possui hábitos preferencialmente noturnos, mas pega em dias de águas turvas. Peixe essencialmente bentônico, só pega em anzóis poitados no fundo, comendo as mais variadas iscas. Pesca com material barra média ou pesada. Iscas: filé de sardinha, camarão, parati...

BAIACU-ARARA

Peixe que costuma infernizar os pescadores amadores, cortando-lhes os chicotes com os fortes dentes. Ocorre tanto nos canais e baías quanto nas praias. Odiado por muita gente, tem, no entanto, carne boa, e diferente dos seus outros parentes, que possuem carne venesosa e dura. Pode chegar até 70 cm e pesar até 3,5kg. Pesca com material leve ou médio, chicote de aço e iscas convencionais.

BETARA

Muito comum em nossas praias recebe vários nomes dependendo da região, tais como: corvina-cachorro, judeu, papa-terra... Normalmentede 25-40cm pesando até 1kg. Pesca com material leve e iscas no fundo, o que significa chicote curto. Pesca com material leve e iscas de camarão, tatuí, "corrupto", etc.

CAÇÃO-MANGONA

Tubarão mais comum das praias. Ocorre nos meses quentes, de outubro a abril. Os maiores chegam a 3m de comprimentos e 150kg, embora os exemplares pegos no anzol sejam bem menores, não se mostram menos agressivos. Pesca com material barra-pesada, chicote reforçado de aço, anzóis fortes e ecastoados. Não se esqueça do bicheiro. Iscas: sardinha, betara, parati, pitu, etc.

CAÇÃO-MARTELO

Tubarão na qual a cabeça explica o nome mas não muito a função. É como as outras espécies do gênero, um dos grandes peixes que se aproximam das praias. Alcança proporções descomunais, chegando a medir 4m de comprimento e pesar 400kg, ainda que os maiores exemplares capturados nas praias não passem de 10,20kg. Pesca-se com materiais pesados e iscas comuns a cações, anzóis no fundo.

CANGOÁ

Peixe de pequeno porte, que vive em grandes cardumes, frequentando as águas costeiras em todo o Brasil. Com cerca de 15,20cm é um pequeno brigador e sua carne é boa. Por emitir roncos ao ser fisgado e tirado da água, também é chamado roncador. Pesca com material leve, pedacinhos de camarão e outras iscas de praia.

CANGULO

Apreciador de águas quentes e rasas, frequenta locais de fundo arenoso podendo também ser encontrado nas praias, geralmente próximos a costões de pedra. Mede entre 20-30 cm podendo chegar a 50cm. Carne saborosa, apesar de que já recebeu algumas acusações sem comprovação que causa intoxicação. Pesca com material leve e iscas convencionais

CARANHA

Peixe robusto e forte, atinge até 1,5m e mais de 70kg de peso. Habitante de águas tropicais e recifes de corais, muitas vezes chegam às arrebentações das praias, entrando pela desembocadura dos rios. Geralmente solitário, às vezes forma pequenos grupos. Pesca com material pesado e reforçado, anzóis encastoados e iscas no fundo como caranguejos, camarão, pequenos peixes, etc.

CARAPICU

Pequeno peixinho prateado-brilhante, comumente de 10-15cm de comprimento. A exemplo de outros membros da família, tem boca "sanfonada", que se projeta para frente para apanhar alimentos. Forma grandes cardumes nos canais e desembocadura dos rios, pegando também nas praias próximas a esses locais. É uma excelente isca para robalos e tarpons e sua carne apesar de pouca, é muito branca e ausente de gordura. Pesca com material leve iscas de camarão, mariscos e minhocas de praia (poliquetas).

CARATINGA

Também prateado-brilhante como a espécie anterior e habitante de águas rasas e calmas de todo o litoral brasileiro. Pode chegar até 40cm de comprimeneo e pesar 1kg. Por se dar bem em águas com baixo teor de sal, frequenta normalmente canais e rios que desaguam no mar, compartilhando espaços com carapicus r corcorocas. Pesca com material leve e iscas convencionais.

CARAPEBA

Peixe preferencialmente nordestino, gosta de águas quentes e pega-se todo o ano, mais no verão. É visto comumente em praias, mas pega melhor nas pedras e costões. Gosta de águas meio turvas e iscas macias. Sua boca também é sanfonada e muito fina, podendo ceder a qualquer fisgada mais forte. Mede cerca de 40-50cm e pesa entre 1 e 5kg. De carne muito saborosa, é prato típico em diversos pratos nordestinos. Pesca com material leve-médio e iscas convencionais

CAVALINHA

De 20-25cm em média,normalmente pescada em redes,como a sardinha,por barcos pesqueiros. Pega bem no anzol, em águas tropicais, especialmente no Sudeste. Frequenta águas de elevada salinidade e não entra pelos canais de água salobra. É uma excelente isca, assim como a sardinha, usada pelos pescadores à procura dos maiores peixes. Pesca cokm material leve e iscas alternativas.

CERNAMBIQUARA

Parente mais próximo e maior do apreciado pampo, pode chegar a 80cm de comprimento e 15kg de peso. Costuma nadar próximo à superfície, sob as espumas das ondas. Gosta de mar batido e incursiona pelas arrebentações e espumas das praias, lajes e costões, à cata de moluscos, crustáceos e pequenos peixes. Pesca com material barra pesada. Iscas: camarão, moluscos, tatuí, caranguejos, etc.

CORCOROCA

Peixe muito conhecido dos pescadores de canal, onde forma numerososos cardumes, frequenta habitualmente águas rasas e calmas de baixa salinidade, ocorrendo também nas praias próximas a canais e desembocaduras de rios. Normalmente de pequeno porte, 15-20cm, pode chegar a 50cm de comprimento. Pesca fácil, com material leve e iscas convencionais, em pequenos pedaços, com anzóis no fundo.

CORVINA

Conhecido em todo o Brasil sob as mais variadas denominações, frequenta canais, baías e mar aberto. Tamanho comum, 30-50cm, podendo alcançar 70 cm de comprimento, pesando mais de 3 kg. Ao morder o anzol, costuma fazê-lo com uma forte puxada, pelo que é fácil fisgá-lo. Pesca com material leve ou médio com iscas no fundo, camarão, filézinhos de peixe, tatuí, etc.

ENCHOVA

Encontrado e apreciado em todas ás águas quentes do Atlântico, comumente de 50-80cm pesando entre 3 e 5kg, podendo chegar a 15kg. Luta muito quando fisgado, correndo e saltando. Pesca com material barra média ou pesada, anzóis encastoados, pois, possui dentes afiados e costuma cortar a linha de náilon. Iscas: camarão, sardinha, parati e outras.

ENXADA

Também chamado de Paru ou Parum, ocorre em todos os locais pedregosos, mas também pega nas praias próximas a costões de pedra. Tamanho comum, 30-50cm, pesando entre 1 e 3kg, podendo chegar até 10kg. Briga bem quando fisgado. Costuma andar isolado ou em pequenos grupos, às vezes forma cardumes. Pesca com material médio e iscas tradicionais.

GALHUDO

O menor dos pampos, ocorre em todo o litoral brasileiro. Prefere águas cálidas e pega melhor nos tempos quentes. Sua carne é excelente. Tamanho comum, 20-30cm. Peixe de superfície ou meia água, nas praias pega também no fundo. Pesca com material leve, de preferência com anzóis mais altos no rabicho. Iscas de camarão, cernambi, poliquetas , etc.

GALO

Conhecido tanto no Brasil como em outras partes do mundo, tem corpo de forma peculiar, achatado. Tamanho comum, 20-30cm, podendo chegar a 50 cm e a pesar 2 kg. Habita águas abertas, chegando à faixa de arrebentação das praias para caçar. Fisgado, opõe tenaz resistência ao pescador, por ficar atravessado na correnteza, dando a impressão de ser bem maior. Pesca com material e iscas convencionais.

GOETE

É uma pescadinha que vive em numerosos cardumes em prfundidades variadas, não muito longe da costa. Tem preferência por fundos de areia e aproxima-se das praias à cata de moluscos, crustáceos e pequenos peixes. Tamanho comum, 30cm. Peixe de importância comercial, normalmente capturado em redes por barcos pesqueiros, também pega bem no anzol. Pesca com material leve, iscas de camarão e alternativas.

GUAIVIRA

Frequenta mar batido e espumas da costa, pegando também nas praias próximas a costões de pedra. Tamanho comum, 20-40cm. Bastante voraz, caça seus alimentos na superfície. Costuma saltar quando fisgada. Carne não muito boa, mas serve para isca. Pesca com material leve e iscas de camarão, mariscos, cernambi, etc.

LINGUADO

Peixe de fundo, frequenta águas calmas com fundo de areia, nas proximidades de praia e pedras, entrando também pela desembocadura dos rios. É apreciado não só pela excelência de sua carne, como também por brigar muito quando fisgado. Mede entre 30-50cm e pesa cerca de 3kg, pode chegar a 1m e pesar 12kg. Pesca em condições normais, material e iscas tradicionais.

MARIA-LUÍSA

Peixe encontrado em todo o litoral leste do Brasil desde Pernambuco a Santa Catarina, recebendo diferentes nomes conforme a região. De porte reduzido, mede cerca de 20 cm. Pesca com material leve e pedacinhos de camarão, siri, tatuí, etc.

MARIMBÁ

Espécie de pequeno porte, entre 20-30cm, podendo chegar aos 50cm. Os indivíduos mais crescidos, são apreciados pelos surcasters. Ocorre tanto em locais pedregosos quanto em praias, principalmente nas águas fundas ou próximas a costões de pedra. Pesca com material leve, iscas de camarão, moluscos, mariscos...

MERO

Gigante pela própria natureza, este peixe é um grande desafio de força e paciência do pescador. Pode atingir até 300kg de peso e medir 2m de comprimento. Habita os locais pedregosos, como costões e recifes de coral. Nas grandes marés de lua cheia, costuma encostar nas praias e com a volta das águas, fica aprisionado nas locas de pedra. Pesca com material barra pesada, iscas de peixes, camarão, caranguejo, etc.

MICHOLE

Habitante de todo o litoral brasileiro, vive em águas rasas com fundo de areia ou pedra. Apesar de seu pequeno porte, sua carne é boa. Na Bahia, os pescadores o chamam margarida. Tamanho comum, 20-30cm. Pesca com equipamento leve e iscas do local.

MIRAGUAIA

Peixe também conhecido por piraúna, ocorre em todo o litoral brasileiro, particularmente no Su. Tamanho comum, 50/70cm, pesando entre 5-20kg, podendo chegar a 70 kg. Frequenta ás águas costeiras nos meses quentes, pegando em canais, enseadas e praias, de onde se afasta no inverno. Pesca com material barra pesada e iscas de siri, mariscos, sardinha, etc.

MORÉIA

Peixe habitualmente pedreiro, vive em grandes e pequenos buracos nas pedras. Essencialmente carnívoro, possui dentição avantajada e corta linhas com anzóis que não estào encapados. Quando fisgada não oferece muita resistência, pois enrola-se toda em volta do anzol para tentar livrar-se. Apesar de não ser tão apreciada, serve como boa isca para cações, arraias e meros. Pode atingir até 2m e pesar até 8kg. Pesca com material médio e iscas alternativas.

OLHETE

Tamanho comum, 50/60cm, pesando até 10kg, chega a 1,4m e 40 kg. Frequenta águas abertas, tropicais e aparece em toda costa brasileira. Alimenta-se de peixes menores, crustáceos e moluscos que caça nas proximidades de ilhas e costões, aproximando-se às vezes das praias. Pesca com material médio ou pesado, iscas de cavalinha, camarão, caranguejo, lula, etc.

OVEVA

Peixe comum nas peixarias, é apreciado, apesar de seu tamanho não passar de 20/30cm. Pescado normalmente em redes de arrasto, não é comumente fisgado nas praias, pois não costuma frequentar a arrebentação. Na plataforma de pesca de Monguaguá,SP, na época favorável, faz delícia dos pescadores amadores munidos de caniço e molinete. Iscas: pedacinhos de camarão e outras.

PALOMBETA

Peixe também conhecido como carapau, vive tanto em alto mar quanto em águas litorâneas, formando grandes cardumes. Ocorre em toda costa brasileira. De pequeno porte, pode medir 25cm. Pesca com material leve, iscas de sardinha, camarão, manjuba, etc.

PAMPO

Atinge cerca de 50cm de comprimento com peso de 6kg. Um dos peixes mais estimados pelos pescadores de praia, tanto pela grande briga que oferece, quanto pela saborossíssima carne que possui. Gosta de águas quente e por isso não aparece nos meses frios. Prefere comer na arrebentação logo no primeiro ou segundo canal, perto da espuma e no fundo à cata de moluscos. Pesca com material médio e iscas comuns.

PARATI-BARBUDO

De pequeno porte, medindo comumenteuns 30cm, frequenta a faixa de arrebentação das praias, pegando normalmente da meia-água para a superfície. Não costum andar encardumado e tem predileção por iscas em movimento. Carne de má qualidade, mas é boa isca. Pesca com material leve e iscas convencionais.

PARGO

Lindo peixe de coloração rósea-prateada, ocorre em toda osta brasileira. Carne muito apreciada, mede cerca de 30cm mas pode passar dos 80cm e pesar até 10kg. Gosta normalmente de locais profundos, mas ocasionalmente chega às praias de águas mais ou menos fundas. Pesca com material leve ou médio e iscas tradicionais.

PEIXE-PORCO

Frequentador habitual de costões e locais pedregosos, de águas rasas e quentes, também passeia pelas arrebentações das praias próximas a esses locais. Tamanho comum, 20/30cm podendo passar dos 40cm e pesar 2kg. Sua carne é apreciada, considerada excelente. Pesca com material leve, anzóis fortes. Iscas de camarão, sardinha, siris, etc.

PEIXE-REI

Espécie do Atlântico meridional, ocorre comumente no sul do Brasil, onde frequenta águas salgadas ou salobras, viajando pelas praias próximas a canis e desembocaduras de rios. Tamanho comum, 20/30cm. Pesca com material leve, da meia-água para à tona. Iscas de camarão, tatuí, caranguejo...

PESCADA-AMARELA

A gigante das pescadas, chega a 1,5m de comprimento e a pesar 30kg. Frequenta águas litorâneas, aproximando-se das praias e entrando pelos canais e baías. Carne de primeirissíma. Pesca com material barra pesada, camarão vivo e outras iscas, preferencialmente vivas.

PESCADA-BRANCA

Peixe comercialmente muito importante, normalmente pescado em redes por barcos pesqueiros ou com arrastões de praia (o que por sinal é um crime!) chegando à faixa de arrebentação das praias para caçar seus alimentos. Carne excelente. Pesca com material barra-média. Iscas preferencialmente vivas, como camarão e manjubas.

PESCADA-CUMBUCU

Considerada um dos peixes mais finos, a cumbucu é decerto a mais estimada entre as diversas espécies do gênero. De perfil mais alongado que suas congêneres, seu tamanho pode chegar a 90cm. Habita águas costeiras pouco profundas, chegando a incursionar pelas arrebentações de praias. Pesca com material médio e iscas vivas.

PESCADA-OLHUDA

Espécie de pescada conhecida em todo o Brasil, mas ocorre mais do Rio de Janeiro para o Sul. Pega tanto em enseadas e desembocaduras de rios, quanto em praias, onde se alimenta de crustáceos e peixes. Tamanho, geralmente até 60cm pesando de 2 a 3kg. Por possuir carne muito macia e delicada, também lhe chamam maria-mole. Pesca com material médio e iscas vivas, preferencialmente.

PESCADA-VERDADEIRA

Também chamada de pescada-comum, é peixe de grande importância econômica, pescado em largas escalas por barcos pesqueiros, especialmente de São Paulo para o Sul. Tamanho comum, 50cm, entretanto, pode atingir 1m e 5kg de peso. Habita águas próximas ao litoral, com fundo de areia, chegando a caçar na faixa de arrebentação das praias. Iscas vivas e material médio.

PREJEREBA

Peixe de fundo, não é frequente na arrebentação, mas também pega nas praias, notadamente nas proximidades de canais, e mais no verão. Tamanho comum, 60/80cm, podendo passar de 1m e pesar 20kg. Pesca com material pesado, anzóis encastoados. Iscas: peixes frescos, cangoá, manjuba, etc.

ROBALO

Existe em todo o litoral brasileiro, como de resto em outros países. Esportivo e de carne finíssima, de primeira qualidade, é estimado pelo amador da pesca. Normalmente pesando de 2-5kg, pode atingir até 30kg, com 1,5m de comprimento. Frequenta canais, águas salobras, praias e pedras. Pesca com material médio e iscas vivas ou artificiais, como jigs e plugs de superfície e meia água.

RONCADOR

Peixe de pequeno porte, mais comumente até 20cm. Parente das corcorocas, frequenta águas costeiras com fundo de lodo ou areia, pegando em canais, baías, enseadas e praias, onde se alimenta de crustáceos e invertebrados. Tem no dorso uma ponta fina que corta a mão dos desavisados. Pesca com material leve e iscas convencionais.

SARGO-DE-DENTE

Bom peixe e apreciado pelos pescadores de costões, assíduo frequentador de locais pedregosos, mas ocorre também em praias próximas a pedras e desembocaduras de rios. Tamanho comum, 30/40cm pesando cerca de 2 kg, podendo chegar a mais de 10kg. Pesca com amterial médio e iscas tradicionais de praia e costão.

SAVELHA

Tamanho comum, 20/30cm. Vive em grandes cardumes, normalmente em canais e fundos de baías e enseadas, mas também entra pelas praias. Pega da meia-água para a tona, de modo que os anzóis não devem ser poitados no fundo. Sua carne não é boa, pois possui muitas espinhas. Pesca com material leve, iscas de camarão entre outras.

TARPON

Este sim é um dos pesos pesados da pesca esportiva, conhecido também como camurupim, pesa comumente entre 20 e 30kg, podendo chegar a 150kg e 2,5m de comprimento. Peixe esportivo, muuito brigador e forte, dá espetaculares saltos para fora da água quando fisgado. Espécie de águas costeiras quentes, ocorre mais no Nordeste. Sua carne é gordurosa, cheia de espinhas, porém, apreciável. Pesca com material pesado e iscas vivas, artificiais ou moscas de fly.

TORTINHA

Membro da família das pescadas, ocorre em todo o litoral brasileiro. Normalmente capturada por barcos pesqueiros, mas também pega bem em anzol. Carne boa, embora muito delicada e mole. Pesca com maaterial leve e iscas no fundo, tais como camarão, siris, sardinha, etc.

UBARANA

Peixe de corpo esguio, alongado, mede cerca de 1m, podendo chegar a 1,5m e pesar 8kg. Habita águas quentes e enseadas, barras de rios e também praias. Aindaque considerado esportivo por ser um emérito brigador, sua carne não é boa por conter várias epinhas. Pesca com material médio e iscas vivas.

VIOLA

Este peixe, meio cação, meio arraia, prefere águas cálidas, aproximando-se das praias nos meses quentes, com o mar normal, não virado. Pode chegar até 2m de comprimento. Não possui ferrões venenosos como as arraias comuns. Pesca com material pesado e isca de sardinha, preferencialmente.

VOADOR

Peixe de cabeça encouraçda, boca dura e enormes nadadeiras, forma grandes cardumes em águas quentes e pouco profundas. Pode chegar a 50cm de comprimento. Muito guloso, come todo tipo de isca. Pesca com material leve.

XARELETE

Tem hábitos gregários e vive em todo o litoral brasileiro de águas tropicais, até o Sudeste. Costuma frequentar águas costeiras e proximidades das ilhas, chegando também à arrebentação das praias. Comum, 30/40cm podendo chegar a 60cm e pesar 4kg. Pesca com material leve ou médio e iscas de camarão, moluscos, sardinha, etc.

XARÉU

Tamanho comum, 50cm, podendo chegar a 1m e pesar 25kg, embora, na prática, se peguem geralmente exemplares de porte médio para baixo. Peixe migrador, deloca-se sempre contra a correnteza. Muito esportivo, dá saltos fantásticos quando fisgado. Em certas épocas do ano chega às águas rasas e a faixa de arrebentação das praias. Pesca com material médio, e iscas de sardinha, camarão e outars do local